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Como o novo presidente poderá resolver os problemas das filas na saúde em 2019?

Um dos grandes problemas da Saúde de nosso país está diretamente ligado a ineficiência operacional e no atendimento nos postos de saúde, filas imensuráveis integram os bancos de dados de todas as secretarias de saúde do país e em nítido colapso nas estruturas gerenciais o brasileiro se vê vítima deste infortúnio.
Quem nunca precisou usar o serviço de saúde público? Para muitos técnicos no assunto o grande problema está atrelado a questão da ausência de médicos especialistas, mas a verdade é que o problema das filas e do mau atendimento é consequência da insuficiência gerencial.
A dinâmica da gestão pública funciona da seguinte maneira: os gestores assumem os respectivos mandatos e nomeiam secretários sem conhecimentos técnicos gerenciais necessários; tais "líderes" geralmente integram a cúpula de confiança do gestor principal, constituídos em sua maioria por investidores (auxiliaram na campanha) ou por amigos de confiança, e por não possuírem know how profissional e gerencial não sabem direcionar seus subalternos, assim a equipe não consegue atingir os resultados esperados.
No caso das filas dos postos, o gestor teria que conhecer princípios básicos de gerenciamento e possuir experiência proporcional.
Um dos grandes problemas da Saúde de nosso país está diretamente ligado a ineficiência operacional e no atendimento nos postos de saúde, filas imensuráveis integram os bancos de dados de todas as secretarias de saúde do país e em nítido colapso nas estruturas gerenciais o brasileiro se vê vítima deste infortúnio.
Quem nunca precisou usar o serviço de saúde público? Para muitos técnicos no assunto o grande problema está atrelado a questão da ausência de médicos especialistas, mas a verdade é que o problema das filas e do mau atendimento é consequência da insuficiência gerencial.
A dinâmica da gestão pública funciona da seguinte maneira: os gestores assumem os respectivos mandatos e nomeiam secretários sem conhecimentos técnicos gerenciais necessários; tais "líderes" geralmente integram a cúpula de confiança do gestor principal, constituídos em sua maioria por investidores (auxiliaram na campanha) ou por amigos de confiança, e por não possuírem know how profissional e gerencial não sabem direcionar seus subalternos, assim a equipe não consegue atingir os resultados esperados.
No caso das filas dos postos, o gestor teria que conhecer princípios básicos de gerenciamento e possuir experiência proporcional.
Quando falamos de "filas", tratamos de um assunto que deve ser abordado mediante o uso de métodos científicos baseados em fundamentos matemáticos, a partir do qual criam-se modelos para demonstrar previamente o comportamento do fluxo cuja demanda cresça aleatoriamente, tornando possível dimensioná-lo e resolvendo o problema das filas parcialmente. O aumento das filas está atrelado à procura por um determinado serviço que é maior que a capacidade do sistema de prover este serviço, e também está relacionado a questão da falta de gerenciamento e conhecimento técnico do gestão. Especialistas e Consultores contratados pelas instituições públicas poderão determinar claramente a quantidade de profissionais necessários para atender a necessidade demandada e também redirecionar o fluxo mediante a reorganização da dinâmica da informação, ou seja, o engenheiro analisará o fluxograma operacional e notará onde se encontram os gargalos encontrando a resolução para o os problemas das filas. A questão do atendimento público não está ligada a falta de recursos, mas é a consequência da falta de mapeamento adequado em sua operação, portanto poderá ser majoritariamente resolvida através de especialistas na área.
Ao nomear pessoas sem o adequado discernimento as instituições publicas não reconhecem a necessidade de contratar especialistas nestas áreas, as equipes "batem cabeça" e o fluxo das operações discorrem de maneira desorganizada e burocrática, esbarrando diversas vezes em processos desnecessários e redundantes.
O presidente da república terá que ser uma pessoa que não possui dependência partidária ou financeira, ou seja, o futuro chefe de nosso Estado não poderá "dever favores", assim poderá contratar profissionais de linha para os Ministérios e nomear pessoas realmente capazes para atender a população.
Um dos grandes problemas da Saúde de nosso país está diretamente ligado a ineficiência operacional e no atendimento nos postos de saúde, filas imensuráveis integram os bancos de dados de todas as secretarias de saúde do país e em nítido colapso nas estruturas gerenciais o brasileiro se vê vítima deste infortúnio.
Quem nunca precisou usar o serviço de saúde público? Para muitos técnicos no assunto o grande problema está atrelado a questão da ausência de médicos especialistas, mas a verdade é que o problema das filas e do mau atendimento é consequência da insuficiência gerencial.
A dinâmica da gestão pública funciona da seguinte maneira: os gestores assumem os respectivos mandatos e nomeiam secretários sem conhecimentos técnicos gerenciais necessários; tais "líderes" geralmente integram a cúpula de confiança do gestor principal, constituídos em sua maioria por investidores (auxiliaram na campanha) ou por amigos de confiança, e por não possuírem know how profissional e gerencial não sabem direcionar seus subalternos, assim a equipe não consegue atingir os resultados esperados.
No caso das filas dos postos, o gestor teria que conhecer princípios básicos de gerenciamento e possuir experiência proporcional.
Quando falamos de "filas", tratamos de um assunto que deve ser abordado mediante o uso de métodos científicos baseados em fundamentos matemáticos, a partir do qual criam-se modelos para demonstrar previamente o comportamento do fluxo cuja demanda cresça aleatoriamente, tornando possível dimensioná-lo e resolvendo o problema das filas parcialmente. O aumento das filas está atrelado à procura por um determinado serviço que é maior que a capacidade do sistema de prover este serviço, e também está relacionado a questão da falta de gerenciamento e conhecimento técnico do gestão. Especialistas e Consultores contratados pelas instituições públicas poderão determinar claramente a quantidade de profissionais necessários para atender a necessidade demandada e também redirecionar o fluxo mediante a reorganização da dinâmica da informação, ou seja, o engenheiro analisará o fluxograma operacional e notará onde se encontram os gargalos encontrando a resolução para o os problemas das filas. A questão do atendimento público não está ligada a falta de recursos, mas é a consequência da falta de mapeamento adequado em sua operação, portanto poderá ser majoritariamente resolvida através de especialistas na área.
Ao nomear pessoas sem o adequado discernimento as instituições publicas não reconhecem a necessidade de contratar especialistas nestas áreas, as equipes "batem cabeça" e o fluxo das operações discorrem de maneira desorganizada e burocrática, esbarrando diversas vezes em processos desnecessários e redundantes.
O presidente da república terá que ser uma pessoa que não possui dependência partidária ou financeira, ou seja, o futuro chefe de nosso Estado não poderá "dever favores", assim poderá contratar profissionais de linha para os Ministérios e nomear pessoas realmente capazes para atender a população.

Quando falamos de "filas", tratamos de um assunto que deve ser abordado mediante o uso de métodos científicos baseados em fundamentos matemáticos, a partir do qual criam-se modelos para demonstrar previamente o comportamento do fluxo cuja demanda cresça aleatoriamente, tornando possível dimensioná-lo e resolvendo o problema das filas parcialmente. O aumento das filas está atrelado à procura por um determinado serviço que é maior que a capacidade do sistema de prover este serviço, e também está relacionado a questão da falta de gerenciamento e conhecimento técnico do gestão. Especialistas e Consultores contratados pelas instituições públicas poderão determinar claramente a quantidade de profissionais necessários para atender a necessidade demandada e também redirecionar o fluxo mediante a reorganização da dinâmica da informação, ou seja, o engenheiro analisará o fluxograma operacional e notará onde se encontram os gargalos encontrando a resolução para o os problemas das filas. A questão do atendimento público não está ligada a falta de recursos, mas é a consequência da falta de mapeamento adequado em sua operação, portanto poderá ser majoritariamente resolvida através de especialistas na área.
Ao nomear pessoas sem o adequado discernimento as instituições publicas não reconhecem a necessidade de contratar especialistas nestas áreas, as equipes "batem cabeça" e o fluxo das operações discorrem de maneira desorganizada e burocrática, esbarrando diversas vezes em processos desnecessários e redundantes.
O presidente da república terá que ser uma pessoa que não possui dependência partidária ou financeira, ou seja, o futuro chefe de nosso Estado não poderá "dever favores", assim poderá contratar profissionais de linha para os Ministérios e nomear pessoas realmente capazes para atender a população.

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