O cargo de Vice-presidente é sempre algo curioso para os brasileiros; além de integrar o governo, o cargo é visto como um dos mais importantes, mesmo sendo essencialmente necessário apenas para substituição na ausência do presidente.
Houve alguns casos no Brasil onde "vices" vieram a assumir efetivamente o cargo de presidente da República, como aconteceu com de Sarney, Itamar Franco e Michel Temer.
O cargo de vice para o mundo político é extremamente estratégico, geralmente serve para arrebatar mais votos ou para trazer mais aliados.
No caso de Jair Bolsonaro o mais adequado seria ele procurar um vice de um partido que possua uma boa representatividade, aliados e tempo de TV, uma vez que o ex-capitão das forças armadas não é tão forte no quesito articulação política. O grande problema de Bolsonaro será encontrar um candidato que possua qualidades de articulação semelhantes ao de "Eduardo Cunha e Michel Temer" (no sentido de formar alianças) e que também seja ficha limpa e honesto, pois precisará desta pessoa para ajudar na gestão do país a partir de 2019.
O molde político brasileiro consiste em "toma lá dá cá", então o presidenciável terá que ter um vice que lhe ajude a reconfigurar esse mantra da política brasileira e permitir que a sociedade política adentre em uma nova era sem corrupção, o que será difícil.
Os nomes mais cogitados pela direita Brasileira para assumir o cargo de vice liderança do país são: Senador Magno Malta, Senador Ronaldo Caiado e Deputado Arnaldo Faria de Sá.
O Senador Magno Malta é muito querido pelos grupos de direita, assim como seu companheiro de senado Ronaldo Caiado, ambos muito populares pelo país e em seus respectivos Estados; entretanto, ambos possuem o mesmo perfil de Bolsonaro e não atenderiam as necessidades do presidenciável. Deputado Arnaldo de Sá possui uma relevância praticamente inexpressiva, usando apenas como moeda de troca o apoio de seu partido.
O ideal seria Jair Bolsonaro procurar um pessoa com o nome forte em regiões nas quais ele é relativamente fraco, como é o caso do norte e nordeste; infelizmente um nome político de ficha limpa nesta região e igualmente popular seria praticamente inexistente. Articuladores políticos de primeira linha também estão em falta.
Bolsonaro poderia procurar nomes expressivos na política brasileira, como o da deputada federal paulista Renata Abreu (PTN); essa deputada é líder de seu partido e teve um considerável aumento em sua bancada depois de sua nomeação, ela possui boas características de articulação e bons trabalhos em frente a comunidade nordestina; além de ser uma mulher, o que seria interessante para repudiar a propagada ideia que o deputado é "machista".O lado negativo é que o partido tem uma filosofia de centro esquerda, o que poderia ser negociado.
Um outro bom nome é o da Jurista Janaína Paschoal.Ela ficou muito conhecida pelo Brasil no caso do impeachment da Dilma; é uma mulher com uma dialética invejável que representa a luta efetiva contra a corrupção. Janaína possui um alto nível de conhecimento político, jurídico e uma expressiva capacidade de argumentação; seria inteligente escolhe-la como vice presidente, uma vez que ela é mulher (pelos mesmo motivos da Renata Abreu) e ser muito famosa pelo país. Não se sabe se ela aceitaria o convite, mas creio que sim. Janaina possui uma história em nosso país e possui uma ficha limpa; sua presença e colocação aumentariam significativamente a imagem de Bolsonaro. O Brasil é um país que está saturado com o problema da corrupção; uma imagem semelhante a de Janaina seria determinante nas eleições de 2018.
Magno Malta seria muito bom no sentido de arrebatar parte do público evangélico, por ser claramente um político ficha limpa e cristão.
Articulação política, arremate de votos ou construção de perfil seriam as estratégias que um vice permitiria a Bolsonaro.
Qualquer um destes três nomes acima o Bolsonaro estaria bem servido.
Você tem alguma sugestão? Nos envie, vamos compartilhar aqui.
Escrito por Thiago Turetti
Houve alguns casos no Brasil onde "vices" vieram a assumir efetivamente o cargo de presidente da República, como aconteceu com de Sarney, Itamar Franco e Michel Temer.
O cargo de vice para o mundo político é extremamente estratégico, geralmente serve para arrebatar mais votos ou para trazer mais aliados.
No caso de Jair Bolsonaro o mais adequado seria ele procurar um vice de um partido que possua uma boa representatividade, aliados e tempo de TV, uma vez que o ex-capitão das forças armadas não é tão forte no quesito articulação política. O grande problema de Bolsonaro será encontrar um candidato que possua qualidades de articulação semelhantes ao de "Eduardo Cunha e Michel Temer" (no sentido de formar alianças) e que também seja ficha limpa e honesto, pois precisará desta pessoa para ajudar na gestão do país a partir de 2019.
O molde político brasileiro consiste em "toma lá dá cá", então o presidenciável terá que ter um vice que lhe ajude a reconfigurar esse mantra da política brasileira e permitir que a sociedade política adentre em uma nova era sem corrupção, o que será difícil.
Os nomes mais cogitados pela direita Brasileira para assumir o cargo de vice liderança do país são: Senador Magno Malta, Senador Ronaldo Caiado e Deputado Arnaldo Faria de Sá.
O Senador Magno Malta é muito querido pelos grupos de direita, assim como seu companheiro de senado Ronaldo Caiado, ambos muito populares pelo país e em seus respectivos Estados; entretanto, ambos possuem o mesmo perfil de Bolsonaro e não atenderiam as necessidades do presidenciável. Deputado Arnaldo de Sá possui uma relevância praticamente inexpressiva, usando apenas como moeda de troca o apoio de seu partido.
O ideal seria Jair Bolsonaro procurar um pessoa com o nome forte em regiões nas quais ele é relativamente fraco, como é o caso do norte e nordeste; infelizmente um nome político de ficha limpa nesta região e igualmente popular seria praticamente inexistente. Articuladores políticos de primeira linha também estão em falta.
Bolsonaro poderia procurar nomes expressivos na política brasileira, como o da deputada federal paulista Renata Abreu (PTN); essa deputada é líder de seu partido e teve um considerável aumento em sua bancada depois de sua nomeação, ela possui boas características de articulação e bons trabalhos em frente a comunidade nordestina; além de ser uma mulher, o que seria interessante para repudiar a propagada ideia que o deputado é "machista".O lado negativo é que o partido tem uma filosofia de centro esquerda, o que poderia ser negociado.
Um outro bom nome é o da Jurista Janaína Paschoal.Ela ficou muito conhecida pelo Brasil no caso do impeachment da Dilma; é uma mulher com uma dialética invejável que representa a luta efetiva contra a corrupção. Janaína possui um alto nível de conhecimento político, jurídico e uma expressiva capacidade de argumentação; seria inteligente escolhe-la como vice presidente, uma vez que ela é mulher (pelos mesmo motivos da Renata Abreu) e ser muito famosa pelo país. Não se sabe se ela aceitaria o convite, mas creio que sim. Janaina possui uma história em nosso país e possui uma ficha limpa; sua presença e colocação aumentariam significativamente a imagem de Bolsonaro. O Brasil é um país que está saturado com o problema da corrupção; uma imagem semelhante a de Janaina seria determinante nas eleições de 2018.
Magno Malta seria muito bom no sentido de arrebatar parte do público evangélico, por ser claramente um político ficha limpa e cristão.
Articulação política, arremate de votos ou construção de perfil seriam as estratégias que um vice permitiria a Bolsonaro.
Qualquer um destes três nomes acima o Bolsonaro estaria bem servido.
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Escrito por Thiago Turetti

A senafora Ana Amelia do RS acho que seria um bom nome.
ResponderExcluirDe fato concordo com o amigo acima, a Senadora Ana Amélia transparece ser uma grande lutadora de direita, uma grande combatente.
ResponderExcluirTiririca já demonstrou interesse . E muita gente do nordeste gosta dele.
ResponderExcluirainda acha isso??
ExcluirA Senadora Ana Amelia do RS é uma pessoa muito coreta ficha limpa e nao despensa de falar quando precisa....nao faz parte do grupinho politicamente coreto
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