João Dória é reconhecido nacionalmente entre políticos e especialistas como um prodígio no mundo político por ter atropelado nas eleições para a prefeitura de São Paulo políticos experientes e com expressividade política. O atual prefeito da cidade Paulista venceu em primeiro turno as eleições municipais e é cotado como provável candidato à presidência da República, apesar dos incômodos de seu impopular padrinho, Geraldo Alckmin.
Segundo pesquisas recentes feitas pelo Datafolha, o presidenciável arrasta alguns votos dos simpatizantes de Jair Bolsonaro e acena como uma nova alternativa para os eleitores indecisos.
Ao contrário de João Dória, o ex-militar Jair Bolsonaro fomenta sua perspectiva de campanha na ideia do repúdio à corrupção; o deputado carioca está a procura de um "partido limpo" e coleciona louvores em sua límpida ficha.
João Dória também não possui históricos de corrupção, entretanto integra um partido saturado de escândalos de corrupção e aliados com inúmeras citações em processos da Lava-Jato.
Em 2012, a ex-presidente Dilma Rousseff entrou na presidência da República com a ficha igualmente limpa, entretanto trouxe para o governo um exército de integrantes envolvidos em processo de corrupção, o que lhe causou excessivo desgaste em seu governo. Se João Dória assumisse a presidência não seria diferente; independente se ele é corrupto ou não, traria consigo PSDBistas, PMDBistas e muitos outros grupos políticos envolvidos em incomensuráveis casos de corrupção. O problema da corrupção seria estendido por mais alguns anos.
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O Brasil está passando por uma grave crise financeira devido aos gastos descontrolados dos governos anteriores e principalmente consequente aos extremos casos de corrupção, onde causaram rombos bilionários aos cofres públicos. O PSDB coleciona integrantes envolvidos em casos graves de corrupção, o próprio mentor e amigo direto de João Dória, e atual governador de São Paulo, está envolvido em casos de corrupção relativos a cartéis de metrôs; o ex-presidenciável Aécio Neves que passou por um desgastante processo no STF que saturou ainda mais os ânimos dos brasileiros, levando-os ao completo esgotamento sobre o assunto e também ao total descrédito do judiciário, que de maneira absurda adaptou leis e recusou-se a incluir provas cruciais no processo de condenação do senador mineiro. Em uma das gravações, Aécio pede claramente propina para um empresário na Petrobrás, recebe o dinheiro e ainda ameaça assassinar uma pessoa para que não seja delatado em uma eventual operação da PF.
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Abrigado por um partido envolvido em dezenas de condenações e processos de corrupção, além de casos absurdos de envolvimento direto com a "leniência" do STF, o que incorreu a coléricas e viscerais manifestações de indignação nacional, o prefeito de São Paulo, João Dória, prospecta-se para as eleições de 2018 confortando-se no tempo de casa propiciado por seus aliados, enquanto Jair Bolsonaro propõe uma limpeza no planalto e em sua equipe garantindo a "extinção da corrupção" em seu eventual mandato.
É provável que em 2018 em meio a todas esses escândalos de corrupção e marteladas da impunidade ditadas pelo STF, a saturada população brasileira não tenha dúvidas e vote em Jair Bolsonaro, sem qualquer tipo de reconsideração.
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15 anos ja sabe muito bem o que ta fazendo,tem que ser punido como bandido adulto!vamos mudar as leis deste pais urgente...
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